Raspiberry Pi 3

Review Raspberry Pi 3

O Raspberry Pi 3 acabou de chegar na FILIPEFLOP e esta nova versão traz novidades em relação a versão anterior. As maiores novidades são o WiFi e Bluetooth integrado.

Na tabela abaixo podemos observar a diferença entre a versão 2 e a 3.

RPi 3 Model B RPi 2 Model B
Núcleos Quad Core Quad Core
CPU Cortex A53 1.2 GHz 64 bits Cortex A7 900 MHz
Arquitetura ARM (v8) ARM (v7)
RAM 1 GB SDRAM 1 GB SDRAM
GPU 400 MHz VideoCore IV 250 MHz VideoCore IV
Armazenamento micro-SD micro-SD
Ethernet 10/100 10/100
WiFi 802.11n
Bluetooth 4.1 BLE

Assim como o Raspberry Pi 2, o 3 possui 4 portas USB, 40 pinos GPIO, suporte a HDMI, interface CSI para a câmera e DSI para o display.

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Acesso a informação, evolução, tecnologia e caos

Mais um texto que pode soar velho ;), mas velho eu sou… tenho que aceitar…

A ideia de hoje é falar um pouco de algo que contorna nosso nicho da tecnologia da computação, que é o acesso a informação. Bom, vou iniciar aos mais novos explicando que um dia existiram livros,  que eram usados antes da Wikipédia 😛 que as famílias compravam e tinham em casa. Um grupo de livros chamado Barsa, hoje quem sabe tenha disto em museus. No entanto só os como dizem, mais afortunados, tinham essa coleção de livros, e o que ali existia era o máximo de informação e conjunto de aprendizado que as pessoas em geral possuíam em suas casas, no modelo de enciclopédia.

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O dilema do aprendizado de TI

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Bem-vindo ao mundo de TI. Certo por onde começar o_O ?

Sim essa e uma das perguntas mais difíceis aos iniciantes. Que na sede e fome de conhecimento se sentem seduzidos a experimentar as várias ofertas que essa área fornece. Temos os sistemas operacionais, temos programação, temos rede, temos segurança da informação, temos banco de dados, temos uma infinidade de opções.

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O que houve com o hacking?

Não sei se é um acaso da idade, mas cada vez vejo menos pessoas se aventurando internamente e intricidamente nos meios da tecnologia. Hoje as pessoas trabalham com a superficialidade do aprendizado, metas, e vendem tempo de sua vida por dinheiro. Pode parecer soar de uma forma velha o meu texto, mas é uma realidade, gostaria eu de estar enganado, mas depois de tanto tempo viver em meio as comunidades nacionais de software livre, ainda me assusto, me deixa pasmo saber que são as mesmas pessoas que antigamente moviam e melhoravam este meio são as que continuam a frente.

O software livre e o software de código aberto, parece ter perdido a graça e louvor dos que antes moviam as massas das pessoas que adentravam a área de tecnologia, interessados em aprender e melhorar. Posso também estar equivocado e este texto apenas transparecer o meu sentimento isolado, seria feliz eu se fosse o caso. Gostaria que fosse feito uma reflexão do panorama no software livre por desenvolvedores brasileiros, apenas pense a 5 anos atrás e hoje. O que houve? Aumentamos o número de usuários mas a qualidade parece ter caído, e menos pessoas significamente influentes no meio apareceram, e outras mais saíram. Não temos como julgar quem saiu, todos precisam de dinheiro, todos tem metas e uma vida fora do mundo cibernético. No entretanto o que ocorreu com os mais novos… ?

Seria culpa da pessoas como eu que poderiam instigar pessoas mais novas, estar desanimados e não contribuir, ou estar influenciando de forma negativa? Seria falta dos instrutores de conseguir instigar estes a aprender e a construir com software livre ? Será que não existe culpa, mas sim uma nova realidade, e o desafio do velho tentar subjugar o novo ? Seria culpa das pessoas novas preferirem recorrer a buscar continuam em ferramentas de Google, em vez de aprender a desenvolver as soluções de seus problemas e isto ser considerado o novo hacking?

É talvez o caso seja o seguinte, o hacking é uma coisa para pessoas novas, para estudantes, e cada vez mais novos e de forma precipitada nossos estudantes precisam virar adultos e largar os reais estudos para manterem suas vidas. Os estudantes parecem cada vez menos motivados a se sentirem desafiados a fazer softwares novos para resolver seus puzzles.

O que posso fazer, ou o que podemos fazer pessoas um pouco mais experientes, e tornar mais interessante este meio e fazer brotar o interesse nos estudantes ainda existentes, o prazer do continuo aprendizado e aprofundamento deste.

Compartilhe seu tempo, construa conhecimento de qualidade, mantenha vivo a essência do real aprendizado. Não seja morto pela sociedade…. Não criei desculpas, não crie culpados para seus problemas, crie soluções pois o hacking essencialmente é a arte de resolver problemas dos mais complicados e simples de forma elegante, utilizando o conhecimento dos processos.

“O tempo é a maior riqueza que temos…”

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Enviado pelo colaborador Marco Carvalho de Oliveira.

Blog: https://demoncyber.wordpress.com/