É difícil imaginar um mundo sem Linux

Este é o tema de uma série de vídeos lançada pela The Linux Foundation.

De acordo com a descrição da organização,

Linux é o maior projeto de colaboração do mundo na história da computação. Ele roda a maior parte da infraestrutura de tecnologia do mundo e é apoiado por mais desenvolvedores e empresas do que qualquer outra plataforma. Está literalmente em toda parte – desde seu telefone até seu carro e escritório. Ele também alimenta a Internet, a nuvem, bolsas de valores do mundo, os supercomputadores, sistemas embarcados e muito mais.

Um mundo sem Linux é uma série que trará uma realidade confusa para ilustrar de forma divertida quão difundido o Linux é hoje. Este mundo fictício é uma ideia tão absurda que os cenários retratados na série vão nos ajudar a entender quanto o Linux é faz parte da nossa vida cotidiana e nos permite agradecer aos desenvolvedores e empresas que apoiam o Linux.

O primeiro vídeo da série é o World Without Linux Episode 1: What’s the Name of that Song? (Mundo Sem Linux Episódio 1: Qual o Nome Daquela Música?) que segue abaixo, interessante prestar atenção para o Easter Egg:

  • Bruno Maximo e Melo

    o fato de o linux ser usado em embarcados não o torna bom, torna os embarcados péssimos.

    • Marcos Souza

      @brunomaximoemelo:disqus , que isso meu jovem 🙂

      Porque esse ódio? O que você usa como sistema embarcado e que você acha bom?

      • Bruno Maximo e Melo

        um ambiente embarcado requer um sistema simples, coisa que o Linux não é.

        aqui está um exemplo da falácia do “Linux é usado em todo lugar isso significa que ele é bom”: https://www.youtube.com/watch?v=ypsGISL_itA

        • Marcos Souza

          @brunomaximoemelo:disqus, só agora eu tive um tempo para ver o vídeo 🙂

          Interessante a abordagem do amigo, querendo subir módulo no kernel tudo o mais. Mas, se o cara chega a ter permissão para executar um insmod, quer dizer que o problema é muito maior, não acha?

          Se a pessoa tiver acesso ao disco onde está o Linux, ele poderia até mesmo trocar o conteúdo da partição. Se ele de fato tiver mesmo esse acesso, o que impede o fraudador de simplesmente trocar o sistema inteiro?

          Mas achei interessante o ponto da pessoa do vídeo, mas acho meio improvável de alguém ter todo esse acesso sem ter nenhum tipo de validação. Qualquer sistema pode ser vulnerável, e isso não exclusividade do Linux. O que se pode fazer é blindar o máximo possível os acessos, ou então, escrever um sistema operacional para a urna, embora eu acredite que isso não resolva o problema. Se for de fato construido um sistema operacional para a urna, também teria o problema da pessoa ter acesso a executar comandos dentro dela.

          O que digo é meu ponto de vista, e talvez eu esteja equivocado e alguns pontos, mas, quero agradecer muito o seu comentário, pois ele torna muito mais rico o assunto 🙂

          • Bruno Maximo e Melo

            não seria alguém externo que daria um insmod, mas alguns dos proprios programadores da urna pagos pelo governo (governo não é de confiança).

            um ótimo sistema pra substituir seria um muito limitado sendo monotarefa e monousuário que ajudaria a impedir o acesso remoto da urna e o acesso a urna quando ela já estivesse ligada com o seu unico usuario ativo. um ótimo exemplo de sistemas desse tipo é o antigo DOS, que todo mundo fala mal por ser da Microsoft…

            esse sistema também nao poderia permitir acesso ao shell quando já estivesse instalado na urna. deveria abrir direto o programa gráfico de eleição. isso impede que alguém externo pago para corromper a urna acesse o shell do sistema.

            também não poderia ter nenhuma implementação TCP/IP pra evitar conexão com a internet.

            e lógico, qualidade de código importa para garantir segurança e isso é algo que eu estou particularmente muito interessado.

            óbvio que nao torna a urna 100% segura, mas ja é alguma coisa…

    • Douglas Santos

      Cara, o video é legal, mas poderias especificar um pouco mais onde você quer chegar?
      Assembly é ótimo por ser linguagem de montagem, mas não é sistema operacional.
      Se você tiver algum comentário sadio para fazer, estamos dispostos a conhecer.

  • Bruno Maximo e Melo

    o fato de o linux ser usado em embarcados não o torna bom, torna os embarcados péssimos.

    • Marcos Souza

      @brunomaximoemelo:disqus , que isso meu jovem 🙂

      Porque esse ódio? O que você usa como sistema embarcado e que você acha bom?

      • Bruno Maximo e Melo

        um ambiente embarcado requer um sistema simples, coisa que o Linux não é.

        aqui está um exemplo da falácia do “Linux é usado em todo lugar isso significa que ele é bom”: https://www.youtube.com/watch?v=ypsGISL_itA

        • Marcos Souza

          @brunomaximoemelo:disqus, só agora eu tive um tempo para ver o vídeo 🙂

          Interessante a abordagem do amigo, querendo subir módulo no kernel tudo o mais. Mas, se o cara chega a ter permissão para executar um insmod, quer dizer que o problema é muito maior, não acha?

          Se a pessoa tiver acesso ao disco onde está o Linux, ele poderia até mesmo trocar o conteúdo da partição. Se ele de fato tiver mesmo esse acesso, o que impede o fraudador de simplesmente trocar o sistema inteiro?

          Mas achei interessante o ponto da pessoa do vídeo, mas acho meio improvável de alguém ter todo esse acesso sem ter nenhum tipo de validação. Qualquer sistema pode ser vulnerável, e isso não exclusividade do Linux. O que se pode fazer é blindar o máximo possível os acessos, ou então, escrever um sistema operacional para a urna, embora eu acredite que isso não resolva o problema. Se for de fato construido um sistema operacional para a urna, também teria o problema da pessoa ter acesso a executar comandos dentro dela.

          O que digo é meu ponto de vista, e talvez eu esteja equivocado e alguns pontos, mas, quero agradecer muito o seu comentário, pois ele torna muito mais rico o assunto 🙂

          • Bruno Maximo e Melo

            não seria alguém externo que daria um insmod, mas alguns dos proprios programadores da urna pagos pelo governo (governo não é de confiança).

            um ótimo sistema pra substituir seria um muito limitado sendo monotarefa e monousuário que ajudaria a impedir o acesso remoto da urna e o acesso a urna quando ela já estivesse ligada com o seu unico usuario ativo. um ótimo exemplo de sistemas desse tipo é o antigo DOS, que todo mundo fala mal por ser da Microsoft…

            esse sistema também nao poderia permitir acesso ao shell quando já estivesse instalado na urna. deveria abrir direto o programa gráfico de eleição. isso impede que alguém externo pago para corromper a urna acesse o shell do sistema.

            também não poderia ter nenhuma implementação TCP/IP pra evitar conexão com a internet.

            e lógico, qualidade de código importa para garantir segurança e isso é algo que eu estou particularmente muito interessado.

            óbvio que nao torna a urna 100% segura, mas ja é alguma coisa…

    • Douglas Santos

      Cara, o video é legal, mas poderias especificar um pouco mais onde você quer chegar?
      Assembly é ótimo por ser linguagem de montagem, mas não é sistema operacional.
      Se você tiver algum comentário sadio para fazer, estamos dispostos a conhecer.

  • Bruno Maximo e Melo

    o fato de o linux ser usado em embarcados não o torna bom, torna os embarcados péssimos.

    • Marcos Souza

      @brunomaximoemelo:disqus , que isso meu jovem 🙂

      Porque esse ódio? O que você usa como sistema embarcado e que você acha bom?

      • Bruno Maximo e Melo

        um ambiente embarcado requer um sistema simples, coisa que o Linux não é.

        aqui está um exemplo da falácia do “Linux é usado em todo lugar isso significa que ele é bom”: https://www.youtube.com/watch?v=ypsGISL_itA

        • Marcos Souza

          @brunomaximoemelo:disqus, só agora eu tive um tempo para ver o vídeo 🙂

          Interessante a abordagem do amigo, querendo subir módulo no kernel tudo o mais. Mas, se o cara chega a ter permissão para executar um insmod, quer dizer que o problema é muito maior, não acha?

          Se a pessoa tiver acesso ao disco onde está o Linux, ele poderia até mesmo trocar o conteúdo da partição. Se ele de fato tiver mesmo esse acesso, o que impede o fraudador de simplesmente trocar o sistema inteiro?

          Mas achei interessante o ponto da pessoa do vídeo, mas acho meio improvável de alguém ter todo esse acesso sem ter nenhum tipo de validação. Qualquer sistema pode ser vulnerável, e isso não exclusividade do Linux. O que se pode fazer é blindar o máximo possível os acessos, ou então, escrever um sistema operacional para a urna, embora eu acredite que isso não resolva o problema. Se for de fato construido um sistema operacional para a urna, também teria o problema da pessoa ter acesso a executar comandos dentro dela.

          O que digo é meu ponto de vista, e talvez eu esteja equivocado e alguns pontos, mas, quero agradecer muito o seu comentário, pois ele torna muito mais rico o assunto 🙂

          • Bruno Maximo e Melo

            não seria alguém externo que daria um insmod, mas alguns dos proprios programadores da urna pagos pelo governo (governo não é de confiança).

            um ótimo sistema pra substituir seria um muito limitado sendo monotarefa e monousuário que ajudaria a impedir o acesso remoto da urna e o acesso a urna quando ela já estivesse ligada com o seu unico usuario ativo. um ótimo exemplo de sistemas desse tipo é o antigo DOS, que todo mundo fala mal por ser da Microsoft…

            esse sistema também nao poderia permitir acesso ao shell quando já estivesse instalado na urna. deveria abrir direto o programa gráfico de eleição. isso impede que alguém externo pago para corromper a urna acesse o shell do sistema.

            também não poderia ter nenhuma implementação TCP/IP pra evitar conexão com a internet.

            e lógico, qualidade de código importa para garantir segurança e isso é algo que eu estou particularmente muito interessado.

            óbvio que nao torna a urna 100% segura, mas ja é alguma coisa…

    • Douglas Santos

      Cara, o video é legal, mas poderias especificar um pouco mais onde você quer chegar?
      Assembly é ótimo por ser linguagem de montagem, mas não é sistema operacional.
      Se você tiver algum comentário sadio para fazer, estamos dispostos a conhecer.